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	<title>Weblog A vida em detalhes</title>
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	<description>Aqui você encontra Natureza, Curiosidades, História, Atualidades, Informática e muito mais. E Tudo feito para você.</description>
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		<title>Boatos, SPAM e afins</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Jan 2008 05:01:14 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Boatos]]></category>
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		<category><![CDATA[Protegendo o computador]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem já navega há algum tempo na internet é obrigado a fazer cadastros e preencher formulários &#8211; e nestes dois casos o e-mail é item obrigatório. Diante disso, quem não procura se prevenir tem sua caixa postal inundada de e-mails que o usuário nem sequer sabe a origem: é o famoso SPAM. Mas, afinal de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sonders.wordpress.com&amp;blog=2597482&amp;post=23&amp;subd=sonders&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="left"><span><font face="tahoma" size="2">Quem já navega há algum tempo na internet é obrigado a fazer cadastros e preencher formulários &#8211; e nestes dois casos o e-mail é item obrigatório. Diante disso, quem não procura se prevenir tem sua caixa postal inundada de e-mails que o usuário nem sequer sabe a origem: é o famoso <b>SPAM</b>.</p>
<p>Mas, afinal de contas o que seria exatamente um<b> SPAM</b>?</p>
<p>Dentre muitas definições, <b>SPAM </b>poderia ser explicado na seguinte frase: é um e-mail seja ele destinado a propaganda, alertas de vírus, correntes, pirâmides, propostas de trabalho, etc, enviado a um <b>grande número de pessoas sem que elas tenham solicitado tal e-mail</b>. Em portugûes, poderíamos dizer &#8220;lixo eletrônico&#8221;.</p>
<p>Esta matéria tem o objetivo de tentar esclarecer o que realmente são algumas dessas mensagens e como minimizar os efeitos do seu recebimento, uma vez que não receber <b>SPAM</b> é uma tarefa quase impossível. Abaixo, vou tentar dividir o <b>SPAM </b>em duas categorias e explicar o que pode ser feito para cada uma delas.</p>
<p></font><font color="#800000" face="tahoma" size="2"><b><img src="http://www.baboo.com.br/images/smilies/red.gif" align="absmiddle" border="0" /> Propagandas:</p>
<p></b></font><font face="tahoma" size="2">Sejam elas de sites, de oportunidades de negócio, produtos mágicos que prometem soluções mirabolantes e conteúdos similares, elas são figura garantida no e-mail de qualquer um. Mas como essas mensagens vão para lá se ninguém solicitou nada ou nunca se cadastrou naquele site? Simples: o seu endereço foi parar em uma lista de e-mails e agora ele está sendo vendido ou repassado junto com milhares de outros para outros <i><b>Spammers </b></i>(aquele que envia <b>SPAM</b>) &#8211; que por sua vez repassam a outros &#8211; e assim você recebe cada vez mais lixo eletrônico.<b> </b>Algumas maneiras de evitar esse tipo de mensagem serão vistas mais tarde, em dicas que servem para todas as categorias.</p>
<p></font><font color="#000080" face="tahoma" size="2"><b>Boatos e Correntes:<br />
</b></font><font face="tahoma" size="2"><font color="#000080">E-mails de crianças desaparecidas, correntes da sorte que lhe prometem uma morte horrível se o e-mail não foi repassado para tantas pessoas em determinado tempo, alarmistas que juram que um novo vírus que é capaz de danificar todo o hardware do computador se for executado, grandes empresas lhe darão um celular grátis se você repassar aquele e-mail para um número X de contatos, ou ainda aqueles que garantem que mega-corporações rastreiam os e-mails daquela lista e doam alguns centavos para uma certa pessoa carente para cada repasse, entre tantos outros, são alguns exemplos de correntes famosas.</p>
<p></font><font color="#800000"><b><img src="http://www.baboo.com.br/images/smilies/red.gif" align="absmiddle" border="0" /> Dicas:</p>
<p></b></font><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-seta.gif" height="12" width="12" /> Raramente um e-mail sobre uma criança desaparecida é verdadeiro quando o e-mail foi ESCRITO por uma pessoa confiável que você conhece; mensagens recebidas provindas de outras pessoas (mesmo sendo conhecidas) continuam sem credibilidade pois elas também podem ter sido iludidas. E-mails sobre desaparecimento de crianças contém a <b>DATA </b>do desaparecimento e outro ponto importante é o local onde houve o desaparecimento: é remota a possibilidade de se obter algum resultado repassando o e-mail para alguém da Bahia quando o caso se deu no Amapá. Nestas situações, é opção sua repassar ou não o e-mail, correndo o risco de estar sendo mais um &#8220;hospedeiro&#8221; de outra de tantas correntes. Os demais casos, são mentiras ou correntes que circulam na web há muito tempo. Por isso, <b>NÃO REPASSE.</p>
<p></b><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-seta.gif" height="12" width="12" /> Correntes da sorte teriam um nome mais apropriado de Corrente do Diabo, sim, pois só uma corrente do diabo seria capaz de lhe desejar sorte condicional. É algo como um amigo seu que vai viajar e você deseja boa viagem apenas se ele lhe trouxer um presente, do contrário, que sofra um grave acidente por lá. Diante de tudo isso, esse tipo de corrente nunca deve ser repassado à sua lista de contatos.</p>
<p><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-seta.gif" height="12" width="12" /> Alertas de vírus quase sempre, eu disse<b> quase sempre</b>, são mentirosos e tem caráter maldoso: a maioria deles quer apenas trazer prejuízos para aquele que os recebe. Alguns mandam apagar arquivos vitais ao sistema operacional.</p>
<p><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-seta.gif" height="12" width="12" /> Grandes empresas não fazem <b>SPAM</b> com correntes e <b>NÃO </b>distribuem brindes dessa maneira. <font color="#800000">Nenhuma empresa desse porte faz filantropia a internautas, possibilitando que eles ganhem grandes prêmios sem esforço algum. Elas também não distribuem dinheiro a pessoas carentes ou pagam os custos de uma cirurgia caríssima por causa de e-mails.</p>
<p></font><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-seta.gif" height="12" width="12" /> Se alguma notícia realmente &#8220;importante&#8221; como foguetes da NASA que espalharam partículas de material radioativo no espaço causando câncer em toda população da Terra ou latas de cerveja de certa marca que estão sendo vendidas com material viciante fosse verdadeira elas estariam na mídia &#8211; e não na Internet em uma corrente de e-mail <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  &#8230;</p>
<p><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-seta.gif" height="12" width="12" /> Para dar credibilidade ao assunto e ratificar como verdade absoluta o conteúdo de algum e-mail, algumas correntes mostram aceitação através da &#8220;comprovação&#8221; em testes feitos por grandes Universidades, assinados por sumidades internacionais no assunto e com referências da notícia publicada em determinado jornal, revista ou livro &#8211; entre tantos outro meios para convencer o destinatário. Sempre falando em linhas gerais, os livros nunca existem, as matérias nunca foram publicadas e, muitas vezes, as autoridades no assunto sequer existem. O famoso boato de que os livros de Geografia nos Estados Unidos vinham com a Amazônia considerada território internacional &#8211; e não brasileiro &#8211; quase causa um sério incidente diplomático entre os dois países.</p>
<p><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-seta.gif" height="12" width="12" /> Finalmente, passar e-mails pela internet e espalhar isso rapidamente é coisa acessível a qualquer um &#8211; por isso não confie em tudo que chega a sua caixa postal.</p>
<p></font><b><font color="#800000" face="tahoma" size="2"><img src="http://www.baboo.com.br/images/smilies/red.gif" align="absmiddle" border="0" /> Como evitar o recebimento de SPAM:</p>
<p></font></b><font size="2"><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-seta2.gif" height="12" width="12" /> <font face="tahoma">Não saia se cadastrando em tudo que é site &#8211; especialmente aqueles de qualidade e idoneidade duvidosa. Fazendo o cadastro, leia os termos e <b>DESMARQUE </b>a opção, muito comum, que autoriza aquele site a lhe enviar boletins. Obviamente ignore a última dica se você realmente deseja receber os e-mails do mesmo.</p>
<p></font></font><font face="tahoma" size="2"><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-seta2.gif" height="12" width="12" /> Você é daqueles que vivem entrando em sites que pedem cadastro mas não tem nenhuma intenção de voltar de novo e para acessar o conteúdo é necessário cadastro? Para estes casos, crie uma conta de e-mail só para esses registros: pode ser no BOL, Zipmail, IG, etc e isto evita que você recebe SPAM em sua caixa postal pessoal.</p>
<p><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-seta2.gif" height="12" width="12" /> Recebendo um SPAM, em <b>hipótese alguma</b> o responda: isto apenas comprovará que o e-mail é válido e ativo, ou seja, alguém confere o conteúdo recebido. Neste caso, ele será alvo de novos <b><i>Spammers</i></b>.</p>
<p><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-seta2.gif" height="12" width="12" /> Mesmo com esses cuidados básicos que já diminuem bastante o recebimento de <b>SPAM</b>, os <b><i>Spammers</i></b> sempre arranjam um jeito de passar por essas barreiras e você acaba recebendo alguns. Para estes casos, vamos utilizar algumas funções do <b>Outlook Express</b> para barrá-los.</p>
<p></font></span><span><font face="tahoma" size="2"><b><i>Regras:</i></b> Crie regras no Outlook Express (OE)*. Toda vez que receber um <b>SPAM</b>, copie o endereço do remetente e mande que todo e-mail proveniente daquele endereço seja movido para um pasta específica &#8211; por exemplo, &#8220;Duvidosos&#8221;. Assim, você saberá que todos os e-mails daquela pasta são potencialmente <b>SPAM</b> e pode dar mais atenção para os pessoais, sem perder muito tempo &#8220;peneirando&#8221;. Se determinado <b>SPAM</b> se repetir com muita freqüência, crie outra regra mandando que ele seja deletado diretamente do servidor, portanto, ele não é nem baixado de lá.</font></span></div>
<div align="left"></div>
<div align="left">
<p align="center"><span><font face="tahoma" size="2"><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-spam02.jpg" height="435" width="477" /></p>
<p></font></span></p>
<p align="left"><font face="tahoma" size="2">- </font><span><font face="tahoma" size="2">Uma atitude mais drástica seria fazer o procedimento contrário, isto é, mover para outra pasta &#8211; &#8220;Confiáveis&#8221;, por exemplo &#8211; todos os e-mails vindos de endereços conhecidos por você. Mas este passo só deve ser dado quando a quantidade de <b>SPAM</b> recebida diariamente é muito grande pois você terá o trabalho de selecionar, dentre aqueles que não vêm de endereços conhecidos, quais são lixo e quais são importantes.</p>
<p>- Se você usa o Norton Internet Security 2003 (NIS), configure para que o Outlook Express direcione para a pasta &#8220;Duvidosos&#8221; todo e-mail que conter no assunto &#8220;<b>SPAM</b> <b>Alert</b>&#8221; ou &#8220;<b>Alerta de SPAM</b>&#8221; pois o OE trabalhará em conjunto com as ferramentas de filtragem do NIS.</p>
<p></font></span><span><font color="#800000" size="2"><i><font face="tahoma">*</font></i><font face="tahoma"><i>O objetivo desta matéria não é ensinar como funcionam as regras do Outlook Express e portanto não será explicado o procedimento em detalhes de como utilizá-las. Para mais detalhes, <a href="http://www.baboo.com.br/absolutenm/anmviewer.asp?a=4724&amp;z=4" title="Regras no Outlook Express" target="_blank"><b>consulte este tutorial</b></a>.</p>
<p></i></font></font></span><span><font color="#800000" face="tahoma" size="2"><b><img src="http://www.baboo.com.br/images/smilies/red.gif" align="absmiddle" border="0" /> Cuidados ao enviar e-mails para vários remetentes:</p>
<p></b></font><font face="tahoma" size="2">Se mesmo com todas essas dicas, você desejar encaminhar para sua lista de contatos os e-mails recebidos, sejam eles piadas, imagens engraçadas, alertas, entre outros, tome algumas precauções básicas.</p>
<p><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-seta.gif" height="12" width="12" /></font> <font face="tahoma" size="2">Apague todos os cabeçalhos da mensagem pois as pessoas da lista com certeza não gostarão de ver seus e-mails sendo enviados a pessoas que eles nem conhecem.</p>
<p><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-seta.gif" height="12" width="12" /></font> <font face="tahoma" size="2">Tire os &#8220;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&#8221; da mensagem: além de ser chatíssimo ler mensagens deste jeito, atrapalha todo <i>layout</i> da mesma.</font></p>
<p><font face="tahoma" size="2"><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-seta.gif" height="12" width="12" /></font> <font face="tahoma" size="2">Tendo destinatários que utilizam a plataforma UNIX, desabilite o HTML da mensagem. Eles não conseguirão ler nada se ele estiver habilitado.</p>
<p><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-seta.gif" height="12" width="12" /></font> <font face="tahoma" size="2">Retire as propagandas.</p>
<p><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-seta.gif" height="12" width="12" /></font> <font face="tahoma" size="2">Retire toda poluição visual em geral.</p>
<p>OBS: Os quatro itens acima &#8211; tirando o que se refere ao HTML , podem ser limpados com a ajuda de <i>mail washers, </i>ou &#8220;limpadores de e-mails&#8221;, como os do site <a href="http://www.donserv.com/webdude/modules.php?name=MailWasher"><i><b>Webdude</b></i></a> ou pegando programas como o <a href="http://www.mailwasher.net/"><b><i>MailWasher</i></b></a>.</p>
<p><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-seta.gif" height="12" width="12" /></font> <font face="tahoma" size="2">E finalmente, utilize a <i><b>blind courtesy copy, </b></i>disponível na maioria dos programas de e-mail e que oculta os endereços uns dos outros: basta digitar os endereços no campo do <i><b>cco </b></i>e eles não mais serão vistos por todos os que receberem um cópia.</p>
<p>A maioria das pessoas não sabendo desta opção acabam utilizando o campo <i><b>cc, </b></i>que não oculta os endereços: esta é uma das causas dos <b>SPAM</b> misteriosos que você recebe e foram comentados no início deste texto <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  &#8230;</p>
<p>Para habilitar o <b>cco</b>, siga os seguintes passos:</p>
<p><b>1.</b> Crie um novo e-mail</p>
<p><b>2.</b> Na janela da nova mensagem, clique em <i><b>exibir &gt; todos os cabeçalhos.</p>
<p></b></i><b>3.</b> Pronto, agora a opção está disponível para você digitar os endereços.</p>
<p></font></span></p>
<p align="center"><span><font face="tahoma" size="2"><img src="http://www.baboo.com.br/absolutenm/articlefiles/4938-spam01.jpg" height="457" width="487" /></p>
<p></font></span></p>
<p align="left"><span><font face="tahoma" size="2">Com essas dicas, o problema do <b>SPAM </b>será no mínimo amenizado. Agora, se mesmo assim você acha que vai ter sete anos de azar se quebrar uma corrente, que existem dragões na polinésia francesa e isso tudo é ocultado pela CIA e que esses e-mails devem ser repassados pois tratam-se de verdades absolutas, não reclame quando você receber dezenas de <b>SPAM </b>com outras &#8220;verdades desconhecidas&#8221; <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  &#8230;</font></span></p>
<p align="left">by MandaChuva, Baboo</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
</div>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/sonders.wordpress.com/23/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/sonders.wordpress.com/23/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sonders.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sonders.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sonders.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sonders.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sonders.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sonders.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sonders.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sonders.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sonders.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sonders.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sonders.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sonders.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sonders.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sonders.wordpress.com/23/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sonders.wordpress.com&amp;blog=2597482&amp;post=23&amp;subd=sonders&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A História de uma cidade de nome São Paulo</title>
		<link>http://sonders.wordpress.com/2008/01/26/a-historia-de-uma-cidade-de-nome-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Jan 2008 03:36:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sonders</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[cidade de São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Falar de São Paulo implica, antes de tudo, conhecer sua história. Uma história tão rica que conta a vida de uma nação. Falar de São Paulo implica conhecer a história de seu povo. Um povo desbravador, bandeirante, e que, com infinita coragem, subiu serras e abriu florestas para marcar seu território. Falar de São Paulo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sonders.wordpress.com&amp;blog=2597482&amp;post=19&amp;subd=sonders&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="left">
<p class="foto"> 			<img src="http://www.saopaulo.sp.gov.br/img/saopaulo/historia_index.jpg" alt=" " /></p>
<p>Falar de São Paulo implica, antes de tudo, conhecer sua história. Uma história tão rica que conta a vida de uma nação.</p>
<p>Falar de São Paulo implica conhecer a história de seu povo. Um povo desbravador, bandeirante, e que, com infinita coragem, subiu serras e abriu florestas para marcar seu território.</p>
<p>Falar de São Paulo implica revelar suas notáveis conquistas.</p>
<p><font color="#000000"><b>A Colônia</b><br />
</font></p>
<p>A colonização de São Paulo começou em 1532 quando, em 21 de janeiro, Martim Afonso de Souza fundou a povoação que iria transformar-se na Vila de São Vicente, uma das mais antigas do Brasil e a mais remota da Colônia. Dando continuidade à exploração da terra e em busca de novos gentios a evangelizar, no cumprimento da missão que os trouxera ao Novo Mundo, um grupo de jesuítas, do qual faziam parte José de Anchieta e Manoel da Nóbrega, escalou a serra do mar chegando ao planalto de Piratininga, onde encontraram, segundo cartas enviadas a Portugal, &#8220;uma terra mui sadia, fresca e de boas águas&#8221;. Do ponto de vista da segurança, a localização topográfica de São Paulo era perfeita: situava-se numa colina alta e plana, que facilitava a defesa contra ataques de índios hostis. Nesse lugar, fundaram um colégio em 25 de janeiro de 1554, ao redor do qual se iniciou a construção das primeiras casas de taipa, que dariam origem ao povoado de São Paulo de Piratininga. Em 1560, o povoado ganhou foros de vila.</p>
<p>No início, São Paulo vivia da agricultura de subsistência, aprisionando índios para trabalharem como escravos na frustrada tentativa de implantação em escala da lavoura de cana-de-açúcar. Mas o sonho já era então a descoberta do ouro e dos metais preciosos. Assim, na segunda metade do século começariam as viagens de reconhecimento ao interior do país, as &#8220;bandeiras&#8221;, expedições organizadas para aprisionar índios e procurar pedras e metais preciosos nos sertões distantes, dando início ao desbravamento das Minas Gerais. Em 1681, São Paulo foi considerada cabeça da Capitania, que incluía então um território muito mais vasto que o do atual Estado. Embora em 1711 a vila tenha sido elevada à categoria de cidade, o próprio êxito do empreendimento bandeirante fez que a Coroa desmembrasse a capitania, para ter controle exclusivo sobre a região das Minas. Por isso, ao longo de todo o século XVIII, São Paulo continuava sendo apenas o quartel-general de onde não cessavam de partir as &#8220;bandeiras&#8221;, responsáveis pela ampliação do território brasileiro a sul e a sudoeste muito além da linha de Tordesilhas, na proporção direta do extermínio das nações indígenas que colocavam resistência a esse empreendimento. Disso tudo resultou a proverbial pobreza da província de São Paulo na época colonial, carente de uma atividade econômica lucrativa como a do cultivo da cana-de-açúcar no Nordeste, contando sobretudo com a mão-de-obra do indígena e desfalcada de seus homens válidos, que partiam para o sertão a redesenhar as fronteiras do Brasil.</p>
<p>Durante os três primeiros séculos de colonização, o número de índios e mamelucos superou em muito o de europeus. Até meados do século XVIII, predominava entre a população uma &#8220;língua geral&#8221; de base tupi-guarani, sendo essa língua franca a mais falada em toda a região. No período da união das coroas ibéricas, entre 1580 e 1640, estima-se que o espanhol fosse a segunda língua da vila de São Paulo. Após a Independência, em 1822, os africanos representavam algo em torno de 25% da população, e, os mulatos, mais de 40%. Era já então insignificante a presença de índios nas zonas ocupadas pela colonização, e em especial nas lavouras de açúcar, implantadas com êxito no litoral norte e na região entre Itu e Sorocaba. Assim, a grande virada da economia paulista só aconteceria na passagem do século XVIII para o XIX, quando as plantações de café começaram a substituir as de cana-de-açúcar e a se preparar para ocupar o primeiro plano na economia nacional.</p>
<p><b><font color="#000000">O Império</font></b></p>
<div align="left"></div>
<div align="left">O fim da Colônia se antecipa, no próprio período colonial, com a chegada da família real portuguesa ao Brasil em 1808, fugindo ao avanço das tropas napoleônicas. D. João VI deu então início a uma série de reformas que, da arquitetura ao ensino superior, da civilidade urbana aos empreendimentos artísticos, deveriam adequar o país para sediar o Vice-Reinado que abrigava a Coroa portuguesa, e que de fato preparariam sua independência. São Paulo também se beneficiaria em muito dessas transformações. Foi em território paulista que, em 7 de setembro de 1822, o herdeiro do trono português, o príncipe Dom Pedro, declarou a Independência do Brasil, sendo aclamado Imperador com o título de Dom Pedro I. Com sua renúncia nos anos 30, em meio à agitação política contra o domínio português, seguiu-se o conturbado período da Regência que, na segunda metade do século, com a ascensão ao trono de D. Pedro II, cederia lugar a um período de inusitado desenvolvimento e prosperidade do país, sobretudo após a consolidação da agricultura cafeeira como o principal produto de exportação brasileiro.</div>
<p>Foi nessa época que São Paulo passou a assumir uma posição de destaque no cenário nacional, com o avanço dos cafezais, que encontraram na terra roxa do norte da província o solo ideal. A expansão da cultura do café exigiu a multiplicação das estradas de ferro, iniciando-se então (1860-1861) em Santos e São Paulo os trabalhos da construção da Estrada de Ferro Santos-Jundiaí, a São Paulo Railway, responsável pelo primeiro trem a ligar as duas cidades. Esse foi um período de grandes transformações, marcado pela crise do sistema escravocrata, que levaria à Abolição em 1888 e que daria lugar, entre outros fatos, à chegada em massa de imigrantes, principal alternativa de solução ao problema da mão-de-obra na lavoura cafeeira.</p>
<p>São Paulo prosperou muito nessa época e a capital da província passou por uma verdadeira revolução urbanística, resultado da necessidade de transformar uma cidade acanhada, pouco mais que um entreposto comercial, em capital da nova elite econômica que se impunha. Em meados de 1860, a cidade de São Paulo já era bem diferente da antiga cidade colonial. Os primeiros lampiões de rua queimavam óleo de mamona ou de baleia e a cidade já contava com um parque público, o Jardim da Luz, que passaria por extensas reformas no final do século. Nesse período, à medida que a cidade se expandia em todas as direções, consolidava-se também um núcleo urbano moderno em torno de alguns marcos simbólicos, como a Estação da São Paulo Railway e o Jardim da Luz. Ao seu redor instalaram-se bairros residenciais de elite &#8211; os Campos Elíseos -, com seus bulevares ao estilo parisiense, como a avenida Tiradentes. Mas as estradas de ferro também permitiram que surgissem novos bairros populares ao lado da Estação da São Paulo Railway, como o Bom Retiro e o Brás, cujo povoamento foi reforçado pela instalação, nas proximidades, da Hospedaria dos Imigrantes. Também os edifícios públicos multiplicaram-se: assembléia, câmara, fórum, escolas, quartéis, cadeias, abrigos para crianças desamparadas. Dezenas de igrejas, conventos e mosteiros ainda continuavam, como nos tempos coloniais, a espalhar-se por toda parte. Na área cultural artistas de circo, atores de teatro, poetas e cantores começaram a consolidar seu lugar na cidade, junto com o primeiro jornal periódico.</p>
<p>Mas as transformações no período também assumiram outras facetas. A chegada de milhares de imigrantes, além de resolver o problema da mão-de-obra da lavoura cafeeira, permitiu maior ocupação do interior do Estado. Criaram-se as condições necessárias para que pequenas fábricas, subsidiárias do café, dessem os primeiros passos em direção à industrialização. Com o interior já integrado ao cenário do rápido crescimento da província, começou haver a preocupação com a construção de novas estradas, prevendo-se a interiorização dos cafezais e a prosperidade que seria sacramentada com a República.</p>
<p><b><font color="#000000">A República</font></b></div>
<div align="left">O fim do Império já estava selado quando foi declarada a Abolição da Escravidão em 1888. A perda de apoio das elites conservadoras, agravada pelas fricções do imperador com a Igreja, na chamada &#8220;Questão religiosa&#8221;, e a crise no Exército após a guerra do Paraguai, origem da &#8220;Questão militar&#8221;, determinariam a queda de Dom Pedro II. Assim, ele seria deposto por um movimento militar liderado pelo Marechal Deodoro da Fonseca em 1889. Teve início então o primeiro período republicano no Brasil. Até 1930, a República é controlada pelas oligarquias agrárias de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. A importância econômica do café produzido em São Paulo e do gado de Minas Gerais sustenta a &#8220;política do café-com-leite&#8221;, em que paulistas e mineiros se alternam na presidência da República. Na verdade, São Paulo apenas mantinha o poder que conquistara com a consolidação das novas bases econômicas do país nas últimas décadas do Império. A ferrovia puxava a expansão da cafeicultura, atraía imigrantes e permitia a colonização de novas áreas, enquanto nas cidades a industrialização avançava, criava novos contornos urbanos e abria espaço para novas classes sociais, o operariado e a classe média. Mais próspero do que nunca, e agora um Estado de verdade dentro da Federação, São Paulo via surgir a cada dia uma novidade diferente: a eletricidade substituía o lampião a gás; chegavam os primeiros carros (o primeiro de todos pertenceu ao pai de Santos Dumont, em 1891); cresciam as linhas de bondes elétricos; construíam-se na capital grandes obras urbanas, entre elas, o Viaduto do Chá e a Avenida Paulista.A singularidade desse período está na forma intensa com que tudo se multiplica, desde a imigração, que no campo sustenta a cafeicultura, até o desenvolvimento das cidades, que levam São Paulo a perder suas feições de província e tornar-se a economia mais dinâmica do país. Todo o Estado paulista se transforma. Santos, Jundiaí, Itu, Campinas e diversas outras vilas passam a conviver com o apito das fábricas e com uma nova classe operária. As greves e as &#8220;badernas de rua&#8221; tornam-se assunto cotidiano dos boletins policiais, ao mesmo tempo que começa a saltar aos olhos a precariedade da infra-estrutura urbana, exigida pela industrialização. Um dos graves problemas passou a ser a geração de energia, centro de atenção das autoridades estaduais. Já em 1900, fora inaugurada a Light, empresa canadense e principal responsável pelo setor em São Paulo até 1970. O Estado passou a ter uma significativa capacidade de geração de energia, o que foi decisivo para o grande desenvolvimento industrial verificado entre 1930 e 1940. Nessa nova conjuntura, mais de uma dezena de pequenas hidrelétricas começaram a ser construídas, principalmente com capital estrangeiro.</p>
<p>Nesse período da Primeira República, a aristocracia cafeeira paulista vive o seu apogeu. Mas a Revolução de 1930 coloca fim à liderança da oligarquia cafeeira, trazendo para o primeiro plano os Estados menores da Federação, sob a liderança do Rio Grande do Sul de Getúlio Vargas. As oligarquias paulistas ainda promovem, contra o movimento de 1930, a Revolução Constitucionalista em 1932, mas são derrotadas, apesar da pujança econômica demonstrada pelo Estado de São Paulo.</p>
<p>Em 1930, os trilhos de suas ferrovias chegavam às proximidades do rio Paraná e a colonização ocupava mais de um terço do Estado. As cidades se multiplicavam. Socialmente, o Estado, com seus mais de um milhão de imigrantes, tornou-se uma torre de Babel, profundamente marcado pelas diferentes culturas trazidas de mais de 60 países. Mas na última década da República Velha, o modelo econômico e político que sustentava o predomínio de São Paulo mostrava seu esgotamento. Após a Revolução de 1930, o país viveu um período de instabilidade que favoreceu a instalação da ditadura de Getúlio Vargas, período de oito anos que terminou juntamente com a Segunda Guerra Mundial, que abriu um período de redemocratização e a instalação da chamada Segunda República.</p>
<p>Entretanto, no plano econômico, o café superou a crise por que passou no início da década de 1930 e foi estimulado por bons preços durante a guerra, favorecendo a recuperação de São Paulo. Mas, agora, era a vez da indústria despontar, impulsionada, entre outros motivos, pelos capitais deslocados da lavoura. Logo, outro grande salto seria dado, com a chegada da indústria automobilística em São Paulo, carro-chefe da economia nacional desde a década de 1950. A partir daí, o Estado paulista se transformou no maior parque industrial do país, posição que continuou a manter, apesar das transformações econômicas e políticas vividas pelo Brasil.</p></div>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/sonders.wordpress.com/19/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/sonders.wordpress.com/19/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sonders.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sonders.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sonders.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sonders.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sonders.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sonders.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sonders.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sonders.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sonders.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sonders.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sonders.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sonders.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sonders.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sonders.wordpress.com/19/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sonders.wordpress.com&amp;blog=2597482&amp;post=19&amp;subd=sonders&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>WordPress Widgets: Uma revolução?</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 04:08:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sonders</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos meses um plugin para WordPress está revolucionando a forma como os usuários se relacionam com o seu sistema de blogs favorito, utilizando tecnologia Ajax e trazendo a Web 2.0 aos nossos blgs. O Widgets Plugin da Automattic permite que os usuários configurem sua barra lateral de forma muito mais intuitiva do que antes, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sonders.wordpress.com&amp;blog=2597482&amp;post=18&amp;subd=sonders&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos meses um plugin para WordPress está revolucionando a forma como os usuários se relacionam com o seu sistema de blogs favorito, utilizando tecnologia Ajax e trazendo a Web 2.0 aos nossos blgs. O <a target="_blank" href="http://automattic.com/code/widgets/"><font color="#000033">Widgets Plugin</font></a> da <a target="_blank" href="http://automattic.com/"><font color="#000033">Automattic</font></a> permite que os usuários configurem sua barra lateral de forma muito mais intuitiva do que antes, bastando arrastar e soltar. Parece o paraíso? Pois pode acreditar que é um alívio, principalmente para os novatos. É um dos atrativos do WordPress.com, site de hospedagem criado pelos idealizadores do WP, mas também disponível para os que rodam uma cópia do WP em outra hospedagem.<br />
Para usufruir dos benefícios deste plugin é preciso estar atento a dois fatores:</p>
<ol>
<li>Deve-se usar um tema capaz de entender o conceito de Widgets. Uma lista inicial pode ser encontrada no <a target="_blank" href="http://codex.wordpress.org/Plugins/WordPress_Widgets"><font color="#555555">Codex do WordPress</font></a>.</li>
<li>Utilizar plugins compatíveis com a tecnologia Widgets. Uma boa lista está no mesmo link acima.</li>
</ol>
<p>Existe uma boa gama de temas e plugins compatíveis com Widgets. Existem Widgets especiais que SÃO plugins, e outros que permitem a utilização de plugins tradicionais com o Widgets. A instalação dos plugins com Widgets não é muito diferente dos plugins tradicionais, mas é bom estar atento às instruções de cada plugin.</p>
<p>Mas o que são os benditos widgets? São “blocos” que o usuário pode arrastar e soltar para construir a sua barra lateral. Se o usuário quer calendário como primeira coisa a aparecer, basta pô-lo lá. Não gostou? Arrasta para outro lugar, ou mesmo retira da lista de “blocos” a serem publicados. Olhe o screenshot abaixo para entender melhor!</p>
<p><a href="http://www.camelomanco.com/blog/wp-content/uploads/2006/09/widgets.jpg" title="Widgets em ação" class="imagelink"></a><a rel="attachment" href="http://www.camelomanco.com/?attachment_id=259" title="Widgets em ação" id="p259" class="imagelink"><img src="http://www.camelomanco.com/blog/wp-content/uploads/2006/09/widgets.thumbnail.jpg" alt="Widgets em ação" /></a></p>
<p>A grande vantagem deste método e a possibilidade de mudar de tema sem traumas, sem precisar editar praticamente nada. Basta que o novo tema também seja compatível com o Widgets plugin e <strong>voilá</strong>,<strong> </strong>“tudo como antes no quartel de Abrantes”. Não é necessário editar templates para adicionar funcionalidades, o que é realmente um grande facilitador para o novato que já custa a entender que precisa dar upload de um plugin (Aliás bem que o WordPress poderia ter uma interface simples para dar uploads de plugins. Olha aí o que realmente falta, <a target="_blank" href="http://unknowngenius.com/blog/wordpress/wppm/"><font color="#000033">um bom gerenciador de plugins, como já houve…</font></a>).</p>
<p>Um bom lugar para ver as novidades em termos de plugins e temas compatíveis com o Widgets Plugin é o <a target="_blank" href="http://unknowngenius.com/blog/wordpress/wppm/"><font color="#000033">blog</font></a> dos desenvolvedores!</p>
<p>Mas e aquele plugin que eu gosto tanto mas que é feito à moda tradicional? Existe um widget capaz de resolver seu problema na maior parte das vezes: o <a target="_blank" href="http://ottodestruct.com/blog/2006/04/09/fun-with-widgets/"><font color="#000033">execphp</font></a>, que faz exatamente isso, executa PHP.</p>
<p>Mas visite o site do seu plugin, há boas chances que o desenvolvedor já tenha feito versão compatível. Caso contrário procure no google, muita gente está escrevendo Widgets que permitem utilizar de seus plugins favoritos. Em último caso, aconselho aos hábeis de escrever um widget para o plugin. Há alguma <a target="_blank" href="http://automattic.com/code/widgets/plugins/"><font color="#000033">documentação</font></a> (pouca) no site da Automattic. Não me parece um exercício para, os como eu, fracos em programação.</p>
<p>Qualquer adição de botões, imagens, etc, pode ser feito com o Text Widget, que vem instalado por padrão, e aceita HTML. No camelomanco com Widgets, copiei o que precisava do meu antigo rodapé (sem as tags div) para um widget de texto e ficou belezinha.</p>
<p>Coloquei aqui no site rodando um Widget que mostra os plugins que tenho rodando no Blog. Olhe aí na barra lateral, serve de boa amostra!</p>
<p>Há temas legais já suportando os Widgets. Eu estou usando uma versão do K2 em 3 colunas. Veja o link no rodapé do blog! Há sempre a possibilidade de adaptar seu tema preferido. Não parece ser muito complicado, mas eu não quis me aventurar. Se você tem o estômago necessário, <a target="_blank" href="http://automattic.com/code/widgets/themes/"><font color="#000033">vá aprender como se faz</font></a>! Provavelmente você vai precisar adaptar o CSS para que tudo fique bonitinho de novo.</p>
<p>Os iluminados talvez ainda prefiram utilizar os métodos tradicionais de editar na mão arquivos e programar hacks em php. Mas o cidadão comum da blogosfera, que só quer dizer a sua, tem uma ferramenta ótima a disposição.</p>
<p>by Camelo Manco</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/sonders.wordpress.com/18/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/sonders.wordpress.com/18/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sonders.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sonders.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sonders.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sonders.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sonders.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sonders.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sonders.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sonders.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sonders.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sonders.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sonders.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sonders.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sonders.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sonders.wordpress.com/18/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sonders.wordpress.com&amp;blog=2597482&amp;post=18&amp;subd=sonders&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Widgets em ação</media:title>
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		<title>Estudo: humanos chegaram à América há 15 mil anos</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 01:24:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sonders</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Seres Humanos]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo da mais antiga amostra de ADN humano disponível na América sugere que os seres humanos chegaram ao Novo Mundo há relativamente pouco tempo, apenas cerca de 15 mil anos atrás. O ADN foi extraído de um dente com idade de 10,3 mil anos localizado em uma caverna na ilha Prince of Wales, ao [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sonders.wordpress.com&amp;blog=2597482&amp;post=15&amp;subd=sonders&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Um estudo da mais antiga amostra de ADN humano disponível na América sugere que os seres humanos chegaram ao Novo Mundo há relativamente pouco tempo, apenas cerca de 15 mil anos atrás. O ADN foi extraído de um dente com idade de 10,3 mil anos localizado em uma caverna na ilha Prince of Wales, ao largo do costa sul do Alasca, em 1996.</h2>
<p>A amostra representa uma linhagem anteriormente desconhecida para as pessoas que chegaram inicialmente à América. As conclusões do estudo, publicadas na semana passada pela edição online do &#8220;American Journal of Physical Anthropology&#8221;, determinaram algumas hipóteses quanto à forma pela qual os descendentes dos homens das cavernas do Alasca podem se ter espalhado pelo continente.</p>
<p>Comparando o ADN localizado no dente a amostras obtidas de 3,5 mil indígenas americanos, os pesquisadores constataram que apenas 1% das amostras estudadas ofereciam padrões genéticos que podiam ser equiparados aos da amostra pré-histórica. Os espécimes que se enquadravam estão distribuídos na costa americana do Pacífico, tanto na América do Norte quanto na do Sul, da Califórnia à Terra do Fogo, o extremo sul do continente. Isso sugere que os primeiros americanos podem ter se espalhado pelo Novo Mundo usando uma rota costeira.</p>
<p>Brian Kemp, antropólogo molecular que trabalhou no seqüenciamento do ADN, diz que a descoberta sublinha a importância da pesquisa genética para a compreensão das migrações humanas. &#8220;Creio que haja muitas informações a obter desses esqueletos, e que elas possam nos ajudar a esclarecer a cronologia do processo de habitação da América, e talvez o ponto de origem dos indígenas americanos, na Ásia&#8221;, afirmou Kemp, pesquisador na Universidade Vanderbilt, em Nashville, Tennessee.</p>
<p>A teoria dominante era a de que os primeiros moradores do continente descendiam de caçadores pré-históricos que percorreram a ponte terrestre de 1,6 mil quilômetros que no passado ligava a Ásia ao Alasca.</p>
<p>Essa migração provavelmente ocorreu pelo menos 15 mil anos atrás &#8211; os mais antigos restos humanos descobertos até o momento tem 13 mil anos de idade -, mas alguns cientistas suponham que os primeiros americanos podiam ter chegado ao continente até 40 mil anos atrás. O dente encontrado no Alasca estava em uma caverna conhecida como On Your Knees Cave (&#8220;caverna de joelhos&#8221;), o nome que lhe foi dado pelo primeiro pesquisador que entrou de gatinhas para estudá-la.</p>
<p>Usando material extraído do dente, Kent isolou fragmentos do ADN mitocôndrico (mtADN), que é transmitido pelas mães aos seus descendentes, e do ADN do cromossomo Y, que passa de pai para filho. Usando um banco de dados genéticos que contém amostras de 3,5 mil indígenas americanos, Kemp encontrou 47 indivíduos, na América do Norte e na América do Sul, que exibiam marcadores genéticos semelhantes aos do homem das cavernas.</p>
<p>Algumas das amostras foram extraídas de pessoas vivas, e outras de ossos antigos. Ele a seguir comparou o ADN do dente a amostras modernas correlatas, e mapeou as mudanças genéticas acontecidas ao longo do tempo. Ao medir o ritmo de mutação, Kemp concluiu que a chamada evolução molecular ¿processo pelo qual o material genético se altera com o passar do tempo- aconteceu entre duas e quatro vezes mais rápido do que antecipavam os pesquisadores quanto ao mtADN. Isso sugere, segundo Kemp, que os seres humanos chegaram à América nos últimos 15 mil anos, porque o ADN evoluiu rápido demais para que a chegada pudesse ter acontecido mais cedo.</p>
<p>&#8220;Eu diria que não havia seres humanos por aqui muito antes dessa data&#8221;, afirmou Kemp. &#8220;Uma chegada há 15 mil anos também é muito mais consistente com os registros arqueológicos&#8221;. Todas as linhagens de mtADN entre os indígenas americanos se relacionam às cinco linhagens fundadoras, supostamente originadas na Ásia. Mas o ADN do homem das cavernas do Alasca representava uma linhagem fundadora independente.</p>
<p>Das 47 amostras que apresentavam traços do ADN do dente, quatro eram de descendentes da tribo Chumash, que vivem ao longo da costa central da Califórnia. &#8220;A distribuição de pessoas que portam essa tipologia genética, hoje, cobre todo o oeste da América&#8221;, disse Kemp. &#8220;Os indivíduos estão espalhados mais ou menos por toda a costa do continente. É uma distribuição muito clara&#8221;.</p>
<p>John Johnson, arqueólogo e etno-historiador do Museu de História Natural de Santa Barbara, na Califórnia, recolheu as amostras da AFN dos chumash. Para Johnson, o fato de que haja correlação entre o homem das cavernas do Alasca e as amostras que colheu é prova indireta de uma antiga migração costeira que pode ter acontecido com grande rapidez.</p>
<p>&#8220;Estamos interessados em determinar quem foram as primeiras pessoas a chegar aqui, à costa do Pacífico&#8221;, disse Johnson. &#8220;Acredito que os chumash descendam de uma migração costeira muito primitiva, que resultou na distribuição de pessoas até a ponta sul do continente&#8221;. Mas de onde vieram esses migrantes costeiros? Amostras de ADN de pessoas que vivem no Japão e no nordeste asiático demonstram algumas das mutações genéticas encontradas no dente do Alasca e nas amostras dos chumash. &#8220;Creio que isso represente uma pista de que pode existir conexão genética&#8221;, disse Johnson. Ele afirma que os ancestrais dos chumash podem ter desenvolvido técnicas de pesca antes de chegar à América.</p>
<p>&#8220;As técnicas de exploração de recursos costeiros são de fácil transferência, e isso talvez permita migração mais rápida do que no caso de pessoas que vivem da caça, as quais precisam se acostumar aos seus novos ambientes quando mudam de território&#8221;, afirmou Johnson. &#8220;Creio que isso pode ter permitido uma migração rápida ao longo da costa pacífica da América&#8221;.</p>
<p><i>Tradução: Paulo Eduardo Migliacci ME<br />
</i>National Geographic</p>
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		<title>Preserve a Natureza</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 01:06:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sonders</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Preserve]]></category>

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		<item>
		<title>Nossa Amazônia &#8211; Ainda há tempo?</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 18:24:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sonders</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Exótica e esplendorosa, mas tratada com ambigüidade e distanciamento, a Amazônia pode ser salva, mas antes é preciso conhecê-la Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Jutaí. Foto: Dida Sampaio/AE &#160; Ainda é possível salvar a Amazônia? Há tempos, essa pergunta desafia as consciências brasileiras sem que para ela, ao longo dos anos e dos governos, o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sonders.wordpress.com&amp;blog=2597482&amp;post=5&amp;subd=sonders&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b>Exótica e esplendorosa, mas tratada com ambigüidade e distanciamento, a Amazônia pode ser salva, mas antes é preciso conhecê-la</b></p>
<div align="left"></div>
<p><img width="400" src="http://www.estadao.com.br/img/amazonia/400x300/radiografia_abre3.jpg" height="300" /></p>
<p>Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Jutaí. Foto: Dida Sampaio/AE</p>
<div align="left"></div>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left">Ainda é possível salvar a Amazônia? Há tempos, essa pergunta desafia as consciências brasileiras sem que para ela, ao longo dos anos e dos governos, o Estado tenha formulado uma resposta confiável e definitiva. A Amazônia tem sido mais conhecida pelas ameaças que pairam sobre ela. As notícias sobre essa exótica e esplendorosa região estão quase sempre associadas à devastação da floresta, à contaminação das águas, à extinção da biodiversidade, à degradação dos seus habitantes nativos. Repete-se sempre a especulação de que o Brasil não teria competência para geri-la. Essa seqüência de notícias ruins tem fundamentos reais. O Brasil tem tratado com ambigüidade e distanciamento o maior tesouro biológico do planeta, que lhe pertence.</p>
<p align="left">Durante três meses percorremos a Amazônia para revelar as tragédias e conhecer as experiências que poderão preservar a mais rica biodiversidade da Terra. Encontramos áreas completamente arrasadas. Mas descobrimos iniciativas em reservas extrativistas e de desenvolvimento sustentável que devolvem a esperança de uma exploração ambientalmente correta. Visitamos lideranças indígenas e povoados empobrecidos.</p>
<p align="left">Ouvimos militares que atuam na região e pesquisadores que são obrigados a trabalhar sem proteção legal. Desbravamos uma realidade superlativa. A Amazônia cobre metade do território nacional. Dentro dela caberia a área de praticamente toda a Europa (excluindo os países da antiga União Soviética). O bioma amazônico, espalhado por nove países da América do Sul, tem 6,6 milhões de quilômetros quadrados; o Brasil é dono de 65% do total, com 4,2 milhões de km² de floresta quente, úmida e repleta de espécies. A região é central no debate sobre o aquecimento global porque cerca de 75% das emissões de CO2 do Brasil têm origem no desmatamento. Mas é aí que entra a novidade: cruzamento de dados indica que a Amazônia tem capacidade para retirar por ano da atmosfera, pela fotossíntese, até 2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono, mais do que todo o País emite, cerca de 1,5 bilhão de toneladas. O desflorestamento já consumiu 17% da Amazônia – ou 700 mil km², o equivalente à área somada de Minas Gerais, Rio e Espírito Santo.</p>
<p align="left">Ainda assim, ela é, de longe, a maior extensão contínua de floresta tropical do mundo. Em seus rios, há 2 mil espécies de peixes (na Europa inteira há 200). Num círculo de 150 km ao redor de Manaus, encontram-se mais espécies de aves do que no Canadá e nos EUA, juntos. Numa só árvore da Amazônia foram identificadas 95 espécies de formigas: 10 a menos do que as que existem em toda a Alemanha. O que parece ser uma floresta homogênea é, na verdade, um mosaico de paisagens e ecossistemas muito diferenciados – planaltos, depressões, montanhas, terrenos alagados e de terra firme, rios de todos os tamanhos, águas de cores variadas, algumas ácidas, outras alcalinas, florestas úmidas, florestas secas, savanas, pântanos e manguezais. Esse impressionante conjunto atrai a cobiça dos aventureiros e parece inibir a ação do Estado. Na hora de tomar decisões sobre a Amazônia, os governos parecem ficar sempre com um pé no bote e outro no barranco, hesitantes ante a escala grandiosa, a diversidade impactante, o desconhecimento científico de como tratar cada questão e dar inteireza e integração aos planos. Se não estimulam alguma ocupação, atiçam a cobiça internacional; se planejam aproveitar os recursos, são acusados de leniência com a devastação. Agora, parece haver uma firme tendência consensual para o modelo de desenvolvimento sustentado, que significa extrair recursos da floresta sem devastá-la. No artigo que escreveu especialmente para esta edição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva diz que “as soluções para a Amazônia têm de ser maiores que governos e mandatos, têm de ser assumidas pela sociedade brasileira e suas instituições”. Algumas reservas federais e estaduais do Amazonas já praticam esse conceito, com importantes avanços. Na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Cujubim, com 24 mil km², maior que Israel, a dez dias de barco de Jutaí, nas profundezas do oeste amazônico, a extração de madeira está contida, embora a lei da sobrevivência ainda leve os moradores a pescar pirarucus e pegar tracajás para vender. Nelas, muitos ribeirinhos já abandonaram práticas ilegais, embora ainda não cumpram todas as regras.</p>
<p align="left">Até chegar a esse modelo, o País optou pelo meio-termo e se ausentou, deixando um perigoso vazio institucional. É nas trilhas desse vazio, desfraldando falsas bandeiras do progresso, que aventureiros nacionais e internacionais invadiram a floresta e desataram as tragédias. A maior delas é a devastação. Depois de cair pela metade entre 2000 e 2006, o desmatamento voltou a crescer no verão amazônico que se encerrou em outubro – 14 mil km² de florestas foram abaixo no último ano, o que dá quase um Líbano e meio. Na alta estação da queimada, a fumaça encobre o sol nas estradas, obrigando os motoristas a acender os faróis durante o dia. Em geral, a floresta cai para que sejam feitos pastos; quando eles se degradam, os pecuaristas cedem o espaço a plantações de soja. As ocupações são feitas, quase sempre, por meio de grilagem ou títulos cedidos pelo Incra. A ciência apenas tangencia essa diversidade. Existem menos doutores em toda a Amazônia Legal (3.241) do que na Universidade de São Paulo (5.028). Deles, menos da metade se dedica a pesquisas e outra metade está a caminho da aposentadoria. Só 30% dos trabalhos científicos publicados no mundo sobre a Amazônia são produzidos no Brasil e só 9% são de pesquisadores locais. Como vamos entender um ecossistema se nem conhecemos as espécies que fazem parte dele? A ocupação da terra amazônica beira o caos. Depois da Constituição de 1988, os índios passaram a ser donos de 13% do território nacional, inclusive regiões de jazidas minerais. As antigas fórmulas de se relacionar com o índio foram abandonadas: a Igreja foi substituída por uma maciça presença das organizações não-governamentais (ONGs), que almejam transformar os indígenas em gestores de suas próprias políticas. Hoje, líderes indígenas formados em universidades dirigem entidades e se espelham em Evo Morales, o índio aimará que preside a Bolívia. Mas, como pararam de caçar e pescar, a comida das aldeias depende de cestas básicas e do Bolsa-Família. A chegada maciça das ONGs, muitas delas estrangeiras, preocupa o meio militar. Entre 1999 e 2006, 29 mil delas receberam R$ 33 bilhões de recursos federais – e não se sabe quanto arrecadam no exterior. Para as Forças Armadas, o novo Plano Estratégico de Defesa Nacional, a ser anunciado em breve, aumentará a presença do Exército na região e facilitará a fiscalização das ONGs. O Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam), que já consumiu US$ 1,4 bilhão ao longo de sete anos, hoje cobre com eficácia 5,5 milhões de km², mas o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), civil, funciona precariamente. Os governos e a ciência negligenciam a Amazônia; os brasileiros comuns a ignoram. No ano passado, enquanto 200 mil turistas brasileiros visitaram a Disney World, na Flórida, apenas 150 mil visitaram o Estado do Amazonas, que abarca a parte mais preservada da floresta (tem apenas 2% desmatados). Em compensação, um quinto dos 5 milhões de turistas estrangeiros que anualmente visitam o Brasil vai à Amazônia – mais que o dobro dos brasileiros. O distanciamento que nos separa da Amazônia faz com que a região seja, ao mesmo tempo, ambígua fonte de orgulho e de aborrecimento, deslumbramento e estranhamento, atração e repulsa. Mas não há como negar a presença dela em nossa vida.</p>
<p align="left">Quando um paulista bebe um copo d’água, garante a ciência, está bebendo água amazônica. O regime de chuvas do Sul-Sudeste depende da umidade produzida pela floresta e exportada pelos “rios voadores”. Para salvar a Amazônia é preciso conhecê-la.</p>
<p align="left">Com seu mistério e sua importância vital, ela é um irresistível objeto de interesse e curiosidade. Para isso, as reportagens desta edição pretendem servir de matéria-prima.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/sonders.wordpress.com/5/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/sonders.wordpress.com/5/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sonders.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sonders.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sonders.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sonders.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sonders.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sonders.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sonders.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sonders.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sonders.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sonders.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sonders.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sonders.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sonders.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sonders.wordpress.com/5/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sonders.wordpress.com&amp;blog=2597482&amp;post=5&amp;subd=sonders&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O Desembarque da Família Real na Bahia</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 18:13:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sonders</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador Bahia]]></category>

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		<description><![CDATA[Um rei na Bahia, 1808 A cidade de São Salvador da Bahia de Todos os Santos, por sua posição estratégia no Atlântico Sul, durante três séculos fora uma parada quase obrigatória para as naus lusitanas que faziam a Carreira das Índias. Firmaram-na desde 1549 como sede do governo colonial do Brasil por mais de dois [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sonders.wordpress.com&amp;blog=2597482&amp;post=4&amp;subd=sonders&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b>Um rei na Bahia, 1808</b></p>
<p>A cidade de São Salvador da Bahia de Todos os Santos, por sua posição estratégia no Atlântico Sul, durante três séculos fora uma parada quase obrigatória para as naus lusitanas que faziam a Carreira das Índias. Firmaram-na desde 1549 como sede do governo colonial do Brasil por mais de dois séculos, até ceder a posição para o Rio de Janeiro. Com a chegada repentina de D.João e da corte portuguesa, em 22 de janeiro de 1808, ela almejou, uma curta esperança, voltar a ser a capital tropical do Império Português<!--M_TEXTO1--></p>
<div align="center">
<p class="titulo"> <!--M_SUBTITULO2--><b>Pondo os pés na terra</b><!--M_SUBTITULO2--></p>
</div>
<table align="right" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="1">
<tr>
<td align="right"><font> <!--M_CRED2--><!--M_CRED2--></font></td>
</tr>
<tr>
<td><!--M_FOTO2--><img src="http://img.terra.com.br/i/2008/01/21/679208-6243-th.jpg" align="right" border="0" hspace="3" vspace="3" /> <!--M_FOTO2--></td>
</tr>
<tr>
<td><font> <!--M_LEGENDA2-->D.João VI (Museu Imperial de Petrópolis)<!--M_LEGENDA2--> </font></td>
</tr>
</table>
<p><!--M_TEXTO2--><i>&#8220;A ti trocou-te a máquina mercante/ Que em tua larga barra tem entrado/ a mim foi-me trocado, e tem trocado/tanto negócio e tanto negociante&#8221;</i></p>
<p><b>Gregório de Matos – <i>a Cidade da Bahia</i> (cerca de 1680)</b></p>
<p>Para uma cidade que num nada se deixa soltar numa batucada, ao retumbar solto dos tambores africanos, é de se imaginar o delírio da população de Salvador na Bahia quando há duzentos anos atrás avistou a nau capitania <i>Príncipe Regente</i> que adentrava no Recôncavo e ancorava na barra. Era o dia 22 de janeiro de 1808.</p>
<p>Viagem dura aquela, cheia de enjôos, nuvens de piolhos e desconfortos mil provocados pelos maus-humores de Netuno, mas que trouxe intacta à terra brasileira a corte portuguesa. Sobrevivera há 54 dias no mar desde que se retirara em tempo de Lisboa escapando do general Junot. Calcula-se em 15 mil os que estavam a bordo dos 30 e tantos barcos (eram 8 naus, 3 fragatas, 2 brigues, 1 escuna de guerra, 1 charrua de mantimentos e mais 20 navios mercantes). Fora um inferno. A esquadra do almirante inglês Sidney Smith os protegera até a altura do Açores, depois se entregaram à sorte das correntes atlânticas e à boa vontade dos ventos alísios.</p>
<p>D.João, mareado, uma ironia para um soberano de uma nação de argonautas que por séculos dominara os oceanos e, como registrara Camões, ainda enfrentara de peito aberto o gigante Adamastor e todo o &#8220;inimigo que pelas águas úmidas caminha&#8221;, ficou para sempre com pavor do mar.<!--M_TEXTO2--></p>
<div align="center">
<p class="titulo"> <!--M_SUBTITULO3--><b>Festa política</b><!--M_SUBTITULO3--></p>
</div>
<table align="right" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="1">
<tr>
<td align="right"><font> <!--M_CRED3--><!--M_CRED3--></font></td>
</tr>
<tr>
<td><!--M_FOTO3--><img src="http://img.terra.com.br/i/2008/01/21/679208-5892-cp.jpg" align="right" border="0" hspace="3" vspace="3" /> <!--M_FOTO3--></td>
</tr>
<tr>
<td><font> <!--M_LEGENDA3-->A baía de Todos os Santos<!--M_LEGENDA3--> </font></td>
</tr>
</table>
<p><!--M_TEXTO3-->Saltaram, o Regente e a corte, no ancoradouro no dia 23 em meio às festas promovidas pela gente local extasiada, tendo ao fundo a ressonância das fanfarras e dos atabaques misturados aos sinos da Conceição da Praia e do Mosteiro de São Bento que, lá da Cidade Alta, liderava os repiques das centenas de Igreja da cidade. Salvas de canhões ecoavam ao fundo.</p>
<p>Em nome do poder colonial receberam-nos o conde da Ponte, governador da Bahia, seguido do aparato local, rumando todos para um <i>Te Deum</i> portentoso, rezado pelo arcebispo D.Frei José de Santa Escolástica na catedral. Aquela atiçada folia que descia pela Ladeira da Preguiça até a Cidade Baixa não era somente um deslumbre do colonizado frente à pompa da metrópole. Havia intento político no meio do folguedo. O fausto provinciano tinha suas ambições.</p>
<p>Os baianos, desde que receberam a notícias da aproximação do príncipe e da sua família, cogitaram reverter a situação de Salvador. Trocada pelo Rio de Janeiro pela força da descoberta dos ouros e diamantes das Minas Gerais, cidade promovida a capital do Vice-Reino em 1763, logo em seguida à morte do marquês de Lavradio, esperavam que o soberano, emocionado com o carinho geral dos festejos e do beija-mão que se estenderam por uma semana, decidisse ficar por ali mesmo, naquela que era considerada a cidade mais portuguesa dos trópicos. São Salvador tinha vocação imperial.</p>
<p>Era uma cópia de Lisboa, como percebera a pena luminosa do professor  Luís Vilhena (<i>A Bahia no século XVIII, Carta II</i>).  A denguice, o requebro e o feitiço, todavia, não superaram o poder do brilho que vinha do garimpo mais ao sul.</p>
<p>Fora trocada pela &#8220;máquina mercante&#8221; que se deslocara para o Rio de Janeiro, a qual também fizera Salvador ceder a triste posição de ser o maior porto do Atlântico Sul dedicado ao tráfico de escravos. Até então, segundo a estimativa de Luis Vianna Fº, dos 3.600 mil de africanos importados pelo Brasil até 1830, 1/4 deles, ou seja, 1.087 mil foram negociados em Salvador. Na década mesma em que D.João desembarcou, entre 1801 e 1810, quase 90 mil africanos, majoritariamente vindos do golfo de Benin, foram vendidos na capitania da Bahia. Por igual, além de escoar para Lisboa açúcar, fumo e madeiras, era porto de reparos, fazendo com que as naus abatidas pelas ventanias e temporais do Atlântico, lá se recompusessem nos estaleiros que Tomé de Souza fizera erguer desde 1550.</p>
<p>Mesmo sabedores da intenção do Regente em retomar a viagem para ao Rio de Janeiro, preparam-lhe uma súplica redigida por Balthasar da Silva Lisboa, irmão do futuro visconde de Cairu, o primeiro livre-cambista do Brasil, que dizia: [Salvador] &#8220;<i>foi a primeira terra do Brasil povoada, e a sua capital, e foi também a primeira que saiu a receber seu Soberano (&#8230;) o seu incomparável porto, o mais belo do mundo,está como no centro das colônias de V.ª que dominado a África lhe abre uma comunicação tanto mais fácil com a Ásia.</i>&#8220;</p>
<p>Enquanto isto o povo nas ruas cantava:</p>
<p>&#8220;<i>Meu príncipe regente/Não saias daqui/Cá ficamos chorando/Por Deus e por ti&#8230;!</i>&#8220;.<!--M_TEXTO3--></p>
<div align="center">
<p class="titulo"> <!--M_SUBTITULO4--><b>Abertura dos Portos</b><!--M_SUBTITULO4--></p>
</div>
<table align="left" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="1">
<tr>
<td align="left"><font> <!--M_CRED4--><!--M_CRED4--></font></td>
</tr>
<tr>
<td><!--M_FOTO4--><img src="http://img.terra.com.br/i/2008/01/21/679208-3365-in.jpg" align="right" border="0" hspace="3" vspace="3" /> <!--M_FOTO4--></td>
</tr>
<tr>
<td><font> <!--M_LEGENDA4-->Salvador e a baia de Todos os Santos<!--M_LEGENDA4--> </font></td>
</tr>
</table>
<p><!--M_TEXTO4-->Pelo menos D.João deixou-lhes dois presentes. Além da semente de uma Escola de Cirurgiões, foi lá no Senado da Câmara da cidade que ele firmou em 28 de janeiro a Carta Régia abrindo os portos brasileiros &#8220;às nações amigas&#8221;, pagando assim uma dívida para com os britânicos ao tempo em que abria a costa brasileira, oficialmente fechada desde 1605, ao comércio internacional. José da Silva Lisboa, o visconde de Cairu, o maior estudioso da ciência econômica, um dos raros intelectuais da colônia, um admirador de Adam Smith, ficou em êxtase. Findaram-se assim com um só autógrafo real três séculos de Pacto Colonial.</p>
<p>Curioso. D.João que em muitas crônicas registram-no um paspalhão, o João Bobão que esposara uma megera, um rei fujão amedrontado com tudo, terminou por fazer com que &#8211; desde a volta dele para Lisboa em 1821 &#8211; D.Pedro II, um neto seu, mantivesse o poder dos Bragança no Brasil ainda por mais quase 70 anos. A família da mulher dele, D. Carlota Joaquina, dos Bourbon espanhóis, nesse tempo, viu-se despojada de quase toda a América. Nada mau para quem era tido como um tonto.</p>
<p><b>Bibliografia</b>Borges, Eduardo – A Primeira Parada, in Revista de História da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, Ano 3, nº 28, janeiro de 2008.</p>
<p>Boxer, C.R. – A Idade de Ouro do Brasil. São Paulo: Editora Nacional, 1969.</p>
<p>Calmon, Pedro – O rei do Brasil, São Paulo:Editora Nacional,<br />
Gomes, Laurentino – 1808. São Paulo: Editora Planeta, 2007.</p>
<p>Lapa, José Roberto de Amaral – A Bahia na carreira das Índias. Campinas: UNICAMP, 2000.</p>
<p>Lima, Oliveira – D.João VI no Brasil. Rio de Janeiro: Topbooks, 2006</p>
<p>Norton, Luís – A Corte de Portugal no Brasil.São Paulo: Cia . Nacional, 1979.</p>
<p>O&#8217;Neil, Thomas – A vinda da família real portuguesa para o Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio/ Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro</p>
<p>Penalves, Antonio Rocha/Visconde de Cairu – O Visconde de Cairu: São Paulo: Editora 34</p>
<p>Ribeiro,  Alexandre Vieira &#8211;  Estimativas sobre o volume do tráfico Transatlântico de escravos para a Bahia,1582-1851</p>
<p>Silva, Alberto A Cidade de Tomé de Souza. Rio de Janeiro: Irmãos Pongetti, Editores, 1949.</p>
<p>Silva, Alberto da Costa e. &#8211; Um rio chamado Atlântico: a África no Brasil e o Brasil na África. Rio de Janeiro: Nova Fronteira / Ed. UFRJ, 2003.</p>
<p>Tavares, Luis Henrique Dias – História da Bahia. São Paulo: Enesp, 2001.</p>
<p>Verger, Pierre Fatumi – Fluxo e refluxo do tráfico de escravos entre o golfo de Benin e a baía de Todos os Santos.. Salvador: Editora Currupio, 1987.</p>
<p>Viana Filho, Luís &#8211; O negro na Bahia: um ensaio clássico sobre a escravidão. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988.</p>
<p>Vilhena, Luis dos Santos  – A Bahia no século XVIII. Salvador: Editora Itapuã, 1969, 3 v.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/sonders.wordpress.com/4/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/sonders.wordpress.com/4/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sonders.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sonders.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sonders.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sonders.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sonders.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sonders.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sonders.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sonders.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sonders.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sonders.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sonders.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sonders.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sonders.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sonders.wordpress.com/4/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sonders.wordpress.com&amp;blog=2597482&amp;post=4&amp;subd=sonders&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Preserve</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 17:13:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sonders</dc:creator>
				<category><![CDATA[Natureza]]></category>

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		<description><![CDATA[Preserve a naturalidade de um sorriso, Preserve a delicadeza de um olhar, olhar de quem olha com os olhos de amar um alguém, que será inesquecível. Preserve a espontaneidade de uma frase, Preserve a sutileza de um carinho feito em alguém que antes vivia sozinho, e na vida já não tinha prazeres. Preserve a grandeza [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sonders.wordpress.com&amp;blog=2597482&amp;post=3&amp;subd=sonders&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="3"><em>Preserve a naturalidade de um sorriso,<br />
Preserve a delicadeza de um olhar,<br />
olhar de quem olha com os olhos de amar um alguém,<br />
que será inesquecível.<br />
Preserve a espontaneidade de uma frase,<br />
Preserve a sutileza de um carinho feito em alguém que antes vivia sozinho,<br />
e na vida já não tinha prazeres.<br />
Preserve a grandeza de amar,<br />
Preserve a sabedoria de viver com amor,<br />
Junto de quem jamais imaginaria viver,<br />
mas que pode te encantar.<br />
Preserve a sensibilidade de um ser,<br />
Preserve a alegria que existe em ti,<br />
quando estão próximos um do outro.<br />
Porque, enquanto houver preservação de tudo o que foi descrito,<br />
será mais bonito viver.</em></font></p>
<p><font size="3"><b>por Patrícia Próspero Diaz</b></font></p>
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		<title>Sejam bem vindos,</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 16:13:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sonders</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi como vai vocês? tudo bem?, prazer em conhecer-los e Sejam bem vindos ao meu humilde blog. Caros amigos visitantes, vou comentar um pouco sobre o objetivo deste blog, antes um pouco sobre mim: Meu nome é Anderson e sou morador da cidade de Cruzeiro, interior de São Paulo, tenho 25 anos, formado Técnico em Informática e atualmente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sonders.wordpress.com&amp;blog=2597482&amp;post=1&amp;subd=sonders&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left">Oi como vai vocês? tudo bem?, prazer em conhecer-los e Sejam bem vindos ao meu humilde blog. Caros amigos visitantes, vou comentar um pouco sobre o objetivo deste blog, antes um pouco sobre mim: Meu nome é Anderson e sou morador da cidade de Cruzeiro, interior de São Paulo, tenho 25 anos, formado Técnico em Informática e atualmente cursando o ensino superior em Ciência da computação.</p>
<p align="left">Agora um pouco da minha vida pessoal: Namoro e minha namorada é uma pessoa maravilhosa um sonho de mulher, o nome dela é Nathália, meu grande amor (Te amo muito minha linda).</p>
<p align="left">E até uns dos objetivos deste blog, também é falar desta minha linda princesa que amo muito.</p>
<p align="left">Bom depois de ter falado um pouco de mim e de minha vida, vou passar para vocês agora o que será o assunto, ou melhor, os assuntos deste Blog: teremos como exemplo, assuntos relacionados sobre a nossa Natureza que tem sofrido muito por causa de nossa ignorância, porque sabemos que ela é importante para vida, e mesmo sabendo, não fazemos nada para ajudar. Temos que mudar este pensamento.</p>
<p align="left">Teremos também Assuntos e Dicas voltados para Informática, Atualidades do nosso mundo e até Curiosidades.</p>
<p align="left">Por enquanto é só pessoal, espero que vocês gostem,<br />
e Muito Obrigado pela sua visita.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/sonders.wordpress.com/1/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/sonders.wordpress.com/1/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/sonders.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/sonders.wordpress.com/1/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/sonders.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/sonders.wordpress.com/1/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/sonders.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/sonders.wordpress.com/1/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/sonders.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/sonders.wordpress.com/1/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/sonders.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/sonders.wordpress.com/1/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/sonders.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/sonders.wordpress.com/1/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/sonders.wordpress.com/1/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/sonders.wordpress.com/1/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=sonders.wordpress.com&amp;blog=2597482&amp;post=1&amp;subd=sonders&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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